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Epidemias
Consequências
Wilson P. de Souza
11/08/2015 às 11:34 / hora de Braslia

(...) para refletir!

Olá! Nesse editorial, em vez de falar dos produtos da AgendaW7 ou do novo Portal (agendaw7.com.br), quero abordar brevemente um assunto muito atual e recorrente: epidemias (apenas algumas), devastadoras que ocorrem em vários lugares do planeta.

Vamos começar por uma (que possivelmente não se tornou epidemia) e que é menos “popular” aqui no Brasil: febre chicungunha. Como acontece essa “doença”? Bem, no Brasil, a preocupação é que o Aedes Aegypti e o Aedes Albopictus, mosquitos transmissores também da dengue e da febre amarela, têm todas as condições de espalhar esse novo vírus pelo País. Espalhar! Como assim?

Assim igual a dengue, na maioria das vezes os “resultados” são por consequência de “um” poder público incompetente que não faz a parte que lhe corresponde; por outro lado, tem muita gente desleixada, desmazelada. Os criadouros muitas vezes estão debaixo do nariz. (...) Todos sabem o que devem fazer! E por quê não fazem o devem? Seres humanos. ...

Vamos refletir sobre mais duas; essas, muito mais desgraçadas e devastadoras: Ebola e Aids.

Ebola: Acredita-se que o reservatório natural seja o morcego-da-fruta, o qual é capaz de propagar o vírus sem ser afetado. Os humanos são infectados pelo contato direto com os morcegos ou com animais que foram infectados pelos morcegos, como por exemplo, os macacos. Acredita-se ainda que, tudo começou porque alguns “miseráveis” comeram [a carne] desses animais. Imagina, o mundo inteiro ainda corre o risco de ser contaminado por essa doença devido “resultados” de atitudes inconsequentes dessa gente! Talvez não seja esse o caso, não obstante, quantas pessoas inocentes (algumas nem tanto e outras nem um pouco) já morreram e ainda vão morrer, simplesmente porque acreditam que o “que entra pela boca não contamina”. Até aonde vai a insensatez humana?

Aids: No domingo (30/11/2014) o Fantástico exibiu uma reportagem, que casos de Aids entre jovens aumentaram mais de 50% em 6 anos no Brasil. “Desde 2006, os casos de Aids nos jovens entre 15 e 24 anos aumentaram mais de 50%, que quer dizer mais jovens soropositivos. Como assim? É óbvio, tem mais gente se “relacionando” sem o devido cuidado!

A reportagem também mostrou “que ainda não existe cura para quem tem HIV, mas a esperança pode estar em quem não tem o vírus. Um único comprimido, que, tomado rigorosamente durante todos os dias, previne a transmissão do HIV em até 92% dos casos. A profilaxia pré-exposição, ou PREP, já é uma realidade nos Estados Unidos. Uma revolução na prevenção à Aids”.

Isso é incrível! Creio que é difícil mensurar os milhões que já foram gastos com todos os tipos de campanhas. Gente famosa, autoridades, casados, descasados, gays e ‘‘adjacentes’’, nenhuma das opções anteriores; num esforço pretencioso para “ensinar” e incentivar o uso da camisinha (com o propósito de prevenir as DSTs); ou seja, “fazer sexo seguro”! E ai, depois de mais de três décadas de campanhas etc. O que nós temos hoje?

Segundo a Unaids (departamento das Nações Unidas voltado para a doença) a Aids continua a ser uma doença sem cura, que causou a morte de mais de 30 milhões de indivíduos; e alerta que há 34 milhões de pessoas convivendo com a enfermidade no mundo.

Por que será que nunca vimos uma campanha com a mesma magnitude incentivando a fidelidade...? Responde pra você mesmo, na grande maioria dos casos, como é transmitido o vírus da doença? Não é difícil saber a resposta. É óbvio que é através do ‘‘contato físico’’! E os números são bem alarmantes, quando se trata de pessoas do mesmo sexo.  

Pois eu quero afirmar que o remédio para a ‘‘cura’’ da AIDS existe há muito tempo! E para ficar ainda melhor, é que está disponível a todos. E ainda pode melhorar... não custa caro. Aliás, custa muito pouco! O nome desse poderoso medicamento infalível é: ‘‘FIDELIDADE’’ !!! Pode usar, vai dar certo! Que Deus te Abençoe Muito!

 

Unaids; drauziovarella.com.br
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